domingo, 14 de julho de 2013

Ziulkoski fala sobre principais pontos da Marcha e o encontro com a presidente Dilma

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O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, falou em entrevista à Rádio Gaúcha, na manhã desta sexta-feira, 12 de julho. O tema principal foi aXVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorreu esta semana, entre os dias 8 e 11. No Programa Gaúcha Atualidade, Ziulkoski foi questionado se tem valido à pena “marchar a Brasília todos os anos”.

Os apresentadores perguntaram em relação às conquistas ao longo dos 16 anos de promoção do evento. O presidente citou vitórias como o atual sistema de Iluminação Pública, o Salário Educação, o novo Imposto Sobre Serviços (ISS). “Somando, as conquistas são mais de 250 bilhões de reais. Fora o que foi conseguido indiretamente”, apontou.
Apesar das conquistas, Paulo Ziulkoski indica que é preciso continuar a luta, pois “o problema é que enquanto se vencem barreiras, as atribuições são repassadas. Cada vez que se consegue solucionar algo surge outra nova”. Segundo Ziulkoski, 70% do que a população quer, ou seja, Saúde, Educação, Segurança e Transporte, quem pode fazer é o Município.
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Encontro com Dilma Rousseff
Durante a entrevista, o presidente da Confederação respondeu também perguntas sobre e reunião desta quinta-feira, 11 de julho, que ele e outros líderes estaduais tiveram com a presidente da República, Dilma Rousseff. A conversa durou uma hora e meia. “Eu nem tenho como sintetizar, falamos de tudo quanto é área”, conta.

No entanto, Ziulkoski destacou o que falaram sobre o Piso dos Professores e dos programas federais. “Os professores precisam receber e nós precisamos pagar. Precisamos resolver essa questão. E alertei que todos os problemas são os programas federais. Todos eles são subfinanciados. Não tem dinheiro para fazer complementação. Não tem como sustentar. Não existe milagre. Os prefeitos estão se tornando ficha-suja”.


Saúde e Pacto da Verdade
Quando o assunto da entrevista foram os médicos, o líder do movimento municipalista disse que o aumento no número desses profissionais não resolve o impasse no atendimento da saúde pública. “Você coloca um médico a mais e ele demanda. É importante o médico, mas se não tiver estrutura não tem como atender”, explica.


A redução de gastos com pessoal de cargos comissionados também foi abordada. “Tem que haver economia do Estado, da União, de todo mundo junto. Queremos o Pacto da Verdade. O cidadão não pode mais ser enganado. O prefeito não pode mais prometer o que não pode cumprir. Vamos corrigir os erros”, finalizou.
Fonte :CNM.

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