A Oposição em Pernambuco segue repetindo os mesmos erros consecutivamente. Tanto em 2018 quanto em 20, os candidatos do bloco foram escolhidos de última hora e já em cima do pleito.
Em 18, o imbróglio girou em torno de FBC, Mendonça e Armando Monteiro, restando ao ex-senador a missão de tocar mais uma campanha estadual. Já em 20, a coisa foi mais séria, Daniel Coelho e Mendonça protagonizaram um verdadeiro cabo-de-guerra para reunir o bloco. A tensão foi tão grande que não garantiu a unidade e fragmentou com Mendonça e Patrícia Domingos.
Às vésperas de mais um pleito estadual, vários nomes já surgem: Anderson Ferreira, Miguel Coelho, Raquel Lyra e professor Lupércio. Mais uma vez sem definição esses atores políticos só devem convergir ou não às vésperas das convenções no próximo ano. Deixando que o candidato oficial ganhe musculatura.
ERRO NACIONAL – Já no cenário nacional, o erro tático é justamente o contrário. A precipitação de anunciar um nome como o PT já fez com Haddad fecha diálogo e a possibilidade de uma convergência. Enquanto isso, Bolsonaro fica numa posição confortável rumo a reeleição.
ANTECIPOU – Menos de dois meses de eleito como presidente da Câmara de Vereadores de Nazaré da Mata, Nino Filho antecipou a eleição do próximo biênio pra a próxima semana, o edital foi lido ontem. Filho do prefeito, o presidente tem todas as chance de garantir os quatro anos no cargo.
RÁPIDAS
PP – O ex-prefeito de Serra Talhada Luciano Duque e o deputado Henrique Queiroz Filho estão de malas prontas para ingressar no PP. Ambos vão disputar uma vaga na Alepe no próximo ano.
CONTA DOS COELHOS – Se de fato Miguel Coelho for candidato a governador, seu pai e irmão devem disputar um mandato de federal. Porque seria é quase impossível dois da mesma família na chapa majoritária. Já Antônio caminha bem rumo à reeleição na Alepe.
PINGA-FOGO: Duque e Patriota vão deixar os sucessores governarem sozinhos ou vão continuar fazendo sombra?
Fonte: Blog do Elielson.

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