segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Raquel Lyra acerta ao não declarar apoio nem a Lula, nem a Bolsonaro

 

Foto: Divulgação 


A estratégia de campanha da candidata do PSDB, Raquel Lyra, de não declarar voto nem a Lula (PT), nem a Bolsonaro (PL) tem se mostrado acertada até o momento. Sem entrar na polarização nacional desde o primeiro turno, a tucana consegue agregar os dois eleitorados sem precisar fazer sinalização nem à direita, nem à esquerda. No primeiro turno ela apoiou Simone Tebet (MDB) para presidente.


Sempre quando é perguntada sobre o tema, ela deixa claro que não abrirá seu voto. Ela também afirma que governará Pernambuco com quem for eleito, independentemente de quem seja o presidente escolhido pela população brasileira. Raquel buscou, nos debates do primeiro turno, focar mais em Pernambuco e deixar de lado a disputa nacional entre os opositores.


Com isso, a ex-prefeita de Caruaru agrega os votos dos bolsonarista que não votam em Marília Arraes (SD) por causa  do seu apoio aberto a Lula (PT) e os votos dos lulista que vêm na candidata do Solidariedade a continuidade das gestões da Frente Popular. Informalmente os votos Lula+Raquel estão sendo chamados de “Luquel”.


Politicamente se manter neutra é a melhor opção nesta situação, já que ela está liderando a disputa pelo Governo do Estado em todas as pesquisas divulgadas nesta reta final.


Curtinhas


TSE: A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste domingo (16/10) contra o Partido dos Trabalhadores (PT). O mandatário pede que a sigla remova das redes sociais todos os vídeos sobre a polêmica entre Bolsonaro e adolescentes venezuelanas, e que sejam proibidas futuras postagens.


Mundo: O Papa Francisco defende a reforma da Organização das Nações Unidas (ONU) em seu novo livro, que será lançado nesta terça-feira (18/10) na Itália. A publicação, que teve trechos revelados pelo jornal italiano La Stampa, afirma que, diante da pandemia do novo coronavírus e da guerra na Ucrânia, a instituição “mostrou seus limites”.


Debate: Candidatos exploraram o ponto fraco um do outro no evento. Lula conseguiu encurralar Bolsonaro com o assunto pandemia, enquanto o atual presidente acuou o petista ao falar sobre corrupção.

Fonte: Blog do Alberes Xavier.

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