A zona da mata é do marrom barrento ao verde bandeira. A queima lhe castiga, as águas lhe abençoam. Os homens, ah, esses homens... Já aos vinte dos dois mil ainda lhes faltam juízo pleno no Paço expedito e nos passos dos comuns. Contrariando o esquecimento e desleixo humano, a mata de Lourenço conta a história aos que lhe dão olhos e ouvidos atentos.
Fonte: Generalidade.
Professor: Jacauna Medeiros.

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